Prevenção ao suicídio

Vamos desconstruir esse

TABU

(Ao clicar nas letras da palavra Tabu, as mesmas se “desconstroem” e formam outras frases com informações sobre o tema)

Atuar em sua prevenção é falar abertamente sobre o tema, discutindo fatores que alteram a saúde mental e informando sobre apoio especializado.
Busque ajuda sempre que necessário - para você ou alguém que você conhece e esteja passando por isso.
Todos os anos, cerca de 12 mil pessoas morrem por suicídio no Brasil.
UUma sociedade que promove a saúde mental depende de todos nós.

Deixe o cuidado falar mais alto!

PREVENÇÃO AO  SUICÍDIO

Temos uma proposta para você: que tal tentarmos ir além das fitas coloridas nos filtros das redes sociais? Vamos começar a desconstruir todo o nosso preconceito em torno do suicídio e falar mais abertamente sobre esse assunto?

Todos os anos, essa campanha levanta a importância da prevenção às mortes por suicídio. Nós, do UnitedHealth Group, queremos contribuir para essa conversa mostrando que apenas com conhecimento, diálogo e, principalmente, com a ajuda de profissionais, podemos dar o apoio necessário àqueles que se deparam ou virão a se deparar com essa questão em suas vidas ou de pessoas próximas.

É importante frisar que o suicídio e as doenças mentais que levam a isso são, infelizmente, uma realidade no Brasil e no mundo. Tomar partido nessa realidade vai além de aderir à fita amarela: precisamos encarar o desafio, quebrar o tabu, falar sobre o suicídio e ajudar a quem mais precisa.

Por que o tema é um tabu

É preciso reconhecer que sabemos muito pouco sobre o tema - e, sim, falar sobre a segunda maior causa de mortes entre jovens no mundo ainda é um tabu. Existem algumas razões para isso:

Suicídio - um tabu dentro do tabu

A morte é sempre um tema difícil, pois nos faz encarar a finitude da vida. Imagine, então, quando ela chega por meio de um suicídio.

O suicídio como pecado

Tirar a própria vida, em muitas culturas e religiões, é considerado um pecado - e, portanto, algo que é proibido e que deve ser escondido. Há muitos casos em que famílias que enfrentaram o suicídio omitem o motivo do falecimento para evitar consequências sociais negativas. Nesse ato de não revelar o suicídio, os que sobrevivem têm menos possibilidade de receber apoio e compreensão.

O suicídio, a vergonha e a culpa

O suicídio está, na maioria das vezes, atrelado a um problema de saúde mental - situações que também são carregadas de estigmas. Aí reside uma grande dificuldade para as pessoas que recebem esse diagnóstico. Pessoas portadoras de doenças relacionadas à mente - e reconhecidas de forma pública - são frequentemente evitadas por amigos e familiares, discriminadas por colegas de escola ou trabalho. E isso se torna outro obstáculo para que a sociedade fale abertamente sobre o assunto.

Conheça os dados para conhecer o problema

Para que essa situação não vire apenas uma estatística em setembro, precisamos de conscientização.

Quase 800 mil pessoas morrem devido ao suicídio a cada ano - o que significa 1 pessoa a cada 40 segundos.

O suicídio é um fenômeno global.

Há indicações de que, para cada adulto que morreu por suicídio, pode ter havido mais de 20 tentativas anteriores.

O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo.

96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais.

¼ dos jovens entre 18 e 24 anos considerou seriamente o suicídio nos últimos 30 dias.

Sinais para ficar alerta

Antes de falar sobre sinais de alerta, precisamos ressaltar que não existe um “manual” para identificar quando alguém está pensando em cometer suicídio. O que de fato existe são algumas manifestações (que não devem ser consideradas isoladamente) que podem chamar a nossa atenção e indicar que essa pessoa talvez esteja precisando de ajuda.
Confira abaixo:

Existem também alguns fatores que não são determinantes para o suicídio, mas que podem deixar a pessoa mais vulnerável - e que, portanto, devem ser levados em consideração. Por exemplo: perda de emprego, diminuição ou ausência de autocuidado, conflitos familiares, luto pela perda de alguém, doenças crônicas, dolorosas e/ou incapacitantes, traumas e exposição contínua à violência, negligência, abuso ou pobreza - tudo isso, na vida pessoal ou no trabalho, podem se tornar gatilho.

Fonte: Ministério da Saúde

Como procurar ajuda

Quando estamos atentos ao nosso corpo e saúde mental, fica mais fácil perceber que algo não vai bem. Nessa hora, é essencial procurar apoio de especialistas para o diagnóstico e tratamento.

Apoio Psicossocial

Além da família, amigos e colegas de trabalho, que podem e devem estar sempre atentos a mudanças de comportamento, é muito importante lembrar que existe apoio municipal nos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), nas Unidades de Saúde da Família do Serviço Único de Saúde, em clínicas e consultórios psicológicos particulares e nos serviços de urgência dos hospitais. O CVV (Centro de Valorização da Vida), uma das entidades que motivou a criação do Setembro Amarelo, presta suporte todos os dias, 24 horas, pelo telefone 188.

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E o que o UHG faz a respeito?

Como um dos maiores grupos de saúde do mundo, o UnitedHealth Group não pode se manter distante dessa luta pela vida. Por meio da Amil e do Americas Serviços Médicos, ambos integrantes do grupo, foi criado um protocolo de identificação e suporte para pacientes com comportamentos suicidas.

Amil, suporte ao cuidado

Na Amil, desde 2018, um grupo de especialistas em saúde mental acolhe pessoas com transtornos severos e atua junto com a equipe de coordenação do cuidado nas unidades Amil Espaço Saúde. Em conjunto com os profissionais, é feito um plano terapêutico personalizado - com o objetivo de garantir um tratamento efetivo, apropriado e correto, com atenção às necessidades e ao bem-estar geral das pessoas.

Além disso, a Telemedicina Amil conta com o Pronto Atendimento Virtual com retaguarda da equipe de psicologia. O beneficiário pode acessar esse serviço pelo app Amil Clientes ou site Amil e, ao selecionar a opção "Pronto Atendimento Virtual", será avaliado pela equipe de enfermagem. Caso tenha critérios para acolhimento e orientação psicológica de urgência, será direcionado para a espera da Telepsicologia.

Saiba mais sobre essas ações em amilcuidadocerto.com.br

Americas, o apoio completo

Para os hospitais da rede Americas, foi criada uma diretriz para identificar e avaliar os riscos de cada paciente. Esse material têm por objetivo olhar com atenção para cada pessoa internada - mesmo que a causa inicial não esteja envolvida com a tentativa de suicídio em si.

A Mariana Dias, supervisora da equipe de psicologia do Hospital Samaritano Botafogo e Américas Medical City (RJ), participou da criação desse material. “Temos o compromisso de implementar um processo que possa garantir a avaliação do risco de suicídio de cada paciente internado, assim como classificá-lo como alto, moderado e baixo”, diz.

Ela comenta que, a partir dessa avaliação, é possível identificar o cuidado mais adequado. Nos casos classificados como alto risco, um especialista em saúde mental acompanha o paciente e, se for necessário, é feita a internação em quartos especiais - adaptados para oferecer mais segurança ao indivíduo.

Além disso, alguns pacientes são acompanhados pela chamada posvenção. Esse período, que pode chegar a até 90 dias após a alta, monitora o indivíduo para diminuir as chances de reinternações.

A Heloisa Chiattone, Coordenadora do Serviço de Psicologia Hospitalar - Gerência de Práticas Assistenciais - Hospital Samaritano Higienópolis, também participou da criação do projeto e explica “o período imediatamente após o episódio representa maior risco de repetição da tentativa - aumentando em seis vezes a chance de concluir o ato”.

A criação das diretrizes para identificação e suporte desses pacientes é o primeiro passo de uma luta que envolve toda a sociedade. “Hoje temos não somente uma diretriz instituída mas também a possibilidade de melhor cuidado aos pacientes em nossa rede”, finaliza Heloisa.

Saiba mais sobre essa ação em americasmed.com.br

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